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terça-feira, 6 de outubro de 2009

Cork Block Shelter

O Museu Guggenheim de Nova Iorque está a preceder a um concurso internacional de Design a que chama COMPETIÇÃO DE ABRIGOS ("Shelter Competition"). Os concorrentes têm de enviar o projecto 3D de um abrigo de acordo com as regras do concurso. Foram admitidos cerca de 600 projectos de 68 países.
Dos 600 projectos foram seleccionados 10 finalistas, entre os quais está o projecto do arquitecto português David Mares. É neste projecto que entra a cortiça, aliás a cortiça é mesmo o elemento do qual é feito o abrigo.
Este e outros projectos estão abertos a votaçao no site do museu.


segunda-feira, 23 de março de 2009

Case Study Homes




















O Homem e a sua necessidade de construir um local ao qual possa chamar casa, mesmo que para isso, tenha que andar a vasculhar nos desperdícios da sociedade. A pobreza de recursos dá lugar à riqueza imaginativa e criativa.
As fotografias que se seguem são da autoria de Peter Bialobrzeski, fazem parte da série "Case Study Homes" apresentada pelo fotógrafo na Feira Internacional de Arte Comtemporânea ARCO, em Madrid.















sábado, 21 de março de 2009

Particularidades



PROYECTO VDsD QUINTA MONROY


Localização: Iquique, Chile.
Arquitectos autores da obra: Alejandro Aravena, Alfonso Montero, Tomás Cortese, Emilio de la Cerda.
Ano Construção: 2004.



O projecto propõe um conjunto de habitações laminares de dois pisos conformando pátios de convívio. O acesso às habitações inferiores é feito directamente pelo térreo e tem possibilidade de extensão para trás. As unidades superiores acedem-se por escadas externas e pressupõe um crescimento futuro lateral, deixado a cargo do futuro morador e de suas possibilidades financeiras.


sábado, 22 de novembro de 2008

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Presídios Brasil / Prisão Áustria

Brasil

Prisão de Leoben, Áustria

Imagens: fonte desconhecida

sábado, 8 de novembro de 2008

Virei peão!

Da mesma forma que algumas palavras inofensivas em Portugal, como propinas, rapariga, puto, etc., que significam dinheiro sujo, prostituta, prostituto, no Brasil, também trolha tem um significado completamente diferente do atribuído nas terrinhas lusitanas. Quando se querem referir à pila em calão, é este o termo usado. Devido às circunstâncias, seria ridículo auto intitular-me de trolha, apesar de sempre ter tido essa vontade recalcada: afirmar-me trolha à portuguesa, senhora e dona dos piropos mais castiços e propositados, ou não. No Brasil, esses senhores são chamados de peões, e o seu método de persuasão não confia no poder da palavra; limita-se ao banal assobio. Chegam a montar posições estratégicas, como se de um coro se tratasse.
A estagiar há 3 dias na obra da Cidade da Música de Christian de Portzamparc, começo a conhecer de perto toda esta dinâmica dos trabalhadores e as particularidades práticas da construção. Os estudantes no Brasil têm a possibilidade de começar desde logo, nos primeiros anos da faculdade, a estagiar. Estou a trabalhar com 3 escultoras e um pintor. Finalmente, desde que cheguei ao Brasil, penso poder fazer amigos fora de casa. No meio de cerca de 3000 homens, colocaram-me num grupo "maneiríssimo" e felizmente com as únicas mulheres que trabalham na obra. As outras ficam a maioria do tempo nos ateliers.
O meu trabalho consiste em fazer levantamento de medidas, ir ajudando o grupo dos artistas plásticos no que toca às pinturas, e na altura dos acabamentos e da pintura final, acompanhar e conferir se as cores correspondem ao que tinha ficado acordado.
Tem-se corrido bastante, até porque a obra tem de estar pronta até Dezembro, supostamente. As fotos elucidam o estado atrasado da construção, numa fase em que os esforços se repartem entre betão, estucamentos, pinturas,..., tudo em simultâneo.... Mas como já disse, com apenas 3 dias de experiência, é impossível saber a velocidade que a obra pode atingir.
Ontem conheci o mestre Portzamparc. Tem andado pela obra, especialmente preocupado que as cores fiquem fiéis ao que propôs.
Ah!!!E por pouco não apareceria nas Mega-Construções no Discovery Channel. O mestre de obras, enquanto lá andava com a equipa do programa nas filmagens, disse-me que não era permitido andar de "blusinha" na obra e que por isso não os tinha deixado filmarem-me. Continuei a tirar as medidas e ao mudar de divisão, ele veio logo ter comigo, "Ah! Mas escusa de sair. Não estava falando sério! Pode ficar!" Quem sabe?! LOL

Foto: Alex Sandro