Era uma vez um Sapo que se sentava a contar estórias. Estórias desde sempre e de sempre. Falavam sobre todos os tempos, todos os kiduxos, todos os fungagás, todas as plantas, todos os jaguares e diabretes, concentrados numa bolha de coca-cola ou numa nata de meia de leite. Nada de partidos únicos. A bicharada que seguisse O Bicho teria a oportunidade de optar entre lágrimas de alegria ou lágrimas alegres.
O Sapo andava verde-murcho e pacato entre os seus discípulos, pois a Sua palavra estava mais que sedimentada entre os betalhões. Havia que expandir horizontes, libertar-Se das amarras dos mexilhões e procurar ouvidos desesperados e mendigos e gunas.

"- Agora diz-me diante dela, não me mintas mais"
"- Cala-te por favor".
Ao ouvirem os mandamentos do Bicho-Mor, esses cristiana e nelo deixaram de se sentir sós e divididos. Aprenderam o verdadeiro conceito da família fernandes. Descobriram o calor do beijo à velho.
Passou ao livin' on the edge, quebrando barreiras e preconceitos. Tornou-se cacto verdão-vivo que precisa de muita humidade e simultaneamente, padre sereio a quem se confessam desde peixes a trá lá lá's.

Os objectivos desta dupla de detectives são procurar as pistas e o rasto do Santo Verde, assim como guinchar a esperança de um ano zero repleto de pó laroids e "é's" flexíveis.


Começamos com as 3 onomatopeias renascidas das cinzas pela amiga do sapo koala.
"Devem-se escolher os amigos pela beleza, os conhecidos pelo carácter e os inimigos pela inteligência" Oscar Wilde
"O bom humor espalha mais felicidade que todas as riquezas do mundo. Vem do hábito de olhar para as coisas com esperança e de esperar o melhor e não o pior." Alfred Montapert
"A vida é maravilhosa se não se tem medo dela." Chaplin

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